HISTORIA DE JÓ

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 HISTORIA DE JÓ O livro de Jó é um dos livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento. Aqui está um resumo: História de Jó 1. Introdução (Capítulos 1-2): Jó é apresentado como um homem justo e temente a Deus, rico e com uma família grande. Satanás desafia Deus, sugerindo que Jó é fiel apenas porque é abençoado com riqueza e saúde. Deus permite que Satanás teste Jó, tirando suas posses, seus filhos e sua saúde, mas não sua vida. 2. Diálogos e Debate (Capítulos 3-31): Três amigos de Jó (Elifaz, Bildade e Zofar) vêm confortá-lo, mas acabam discutindo com ele. Eles acreditam que o sofrimento de Jó é resultado de algum pecado secreto. Jó mantém sua inocência e clama por uma audiência com Deus para entender sua dor. 3. Eliú (Capítulos 32-37): Um quarto amigo, Eliú, intervém, oferecendo uma perspectiva diferente. Ele sugere que o sofrimento pode ser um meio de Deus disciplinar e purificar as pessoas, e não necessariamente um castigo por pecados específicos. 4. Deus Responde (Cap...

DESPERTAR DE UM OLHAR



O chamado de Cristo é um convite para o abandono ao pecado e às falsas convicções herdadas muitas vezes de um conhecimento secular herético, dissociado dos verdadeiros ensinamentos bíblicos. 

Rascunhei este texto antes do recebimento da Edição de Nº 2202 da Revista Veja, à venda nas bancas. Nela, há uma matéria intitulada "O paraíso perdido da fé" (pgs. 106/107), que discorre sobre o conteúdo do livro “Em defesa de Deus”, de autoria da historiadora da religião Karen Armstrong, que faz uma crítica sobre o "novo ateísmo", do qual o britânico Richard Dawkins é representante.. 


Pela reportagem da revista, em várias passagens do texto, fica subentendido que a percepção da historiadora sobre Deus foge à ortodoxia bíblico-cristã: "na visão da historiadora, o próprio Deus é quase uma figura de linguagem. Não se trata de um ente pessoal, e não cabe sequer discutir se ele existe ou não". 



É triste vermos nas livrarias vários títulos fazendo apologia à religião, nos quais, entretanto, não encontramos uma visão cristã e bíblica do ser de Deus.


Após a minha conversão passei a enxergar com clareza o quanto vários dos conceitos humanistas têm feito mal à vida espiritual das pessoas, por conta do pragmatismo reinante, do tipo Tomé: “só acredito vendo !”. 


Por isto, há muitos cristãos duvidando da Bíblia, especialmente no que diz respeito à sua inerrância e inspiração divina, além das refutações que são feitas em relação aos milagres ocorridos e registrados no Antigo e Novo Testamentos, isto pelo simples fato de que não cabem dentro das convenções humanas, e por não poderem ser provados empiricamente. 


Assim, relativizando-se o que a Bíblia diz, por não abraçá-la com fé, vemos muita gente que se diz sábia, surfar na maionese e, ainda assim, conseguir obter aplausos de quem também erra, “... não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).


Para os que dizem ser cristãos, mas que não levam a Bíblia a sério, sugiro que atentem para as seguintes versículos: “Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo” (Tiago 3:1) ... “Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às oposições da falsamente chamada ciência, A qual professando-a alguns, se desviaram da fé. A graça seja contigo. Amém” (1 Timóteo 6:20-21) ... “Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo” (2 Coríntios 10:5)

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