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domingo, 30 de abril de 2017

Hinos Evangélicos

Hinos Evangélicos 


Historia de alguns  hinos evangélicos mais escutados


Á musica tem funções que só ela pode ocupar,Ela diz se estamos triste ou alegre,Esta presente antes de nascermos e na nossa despedida dá um tom algumas musicas cancioneiro evangélico nos desperta e incentiva  pelo momento ou inspiração do autor. semanalmente estarei em contato com alguns historia de hinos evangélicos.




Em algumas vezes  gostamos tanto de uma musica que, ao saber o contexto que ela foi criada,podemos entusiasmar em relação a esta musica.





É cantar dentro da igreja evangélicas  a frequência de pessoas  que possa ter sua vida marcada pela identificação e a historia desta musica é muito grande.Eu mesmo sô uma desta pessoas e a primeira historia que eu cantar e a da musica que me marcou recentemente.   





Á musica abre as brecha no coração das pessoas e o poder de Deus entra e se transforma,por isso os ministério da musica e muito importante para toda a congregação,toda igreja tem seu coral evangélicos isso transforma as pessoas,trazendo mais incentivos para a mocidade e membro da congregação nosso pensamento ficam mais junto de Jesus Cristo.  


Gostaria de saber mais a respeito de hinos evangelísticos clique abaixo ou no link 



terça-feira, 25 de abril de 2017

Bíblia Sagrada Evangélica Universal

Bíblia Sagrada Evangélica Universal



O projeto de Deus para o Homem


Introdução

O livro de mateus foi escrito para os judeus,por isso apresenta jesus com Rei.
devido a este objeto,a genologia de Jesus inicia o livro.
Estava no plano de Deus para a salvação do homem,que José e Maria seriam seus pais terrenos.

Desenvolvimento.

Naquele tempo,quando um casal ficava noivo,havia um compromisso definitivo para o casamento,(até hoje) ai se cumprisse o tempo para tal.Maria era noiva de José neste momento ela recebeu a visita de um anjo do senhor que lhe informava que ela estava gravida e daria a luz a Jesus,O messias tão esperado pelos judeus.
Maria tipo de mulher da igreja e fiel,no meio da qual Jesus nasceu e vive ,José quando soube que ela estava gravida,e por ser justo quis deixa-la para não infamar:
Este era seu plano,o seu projeto,muito nobre,ate mais o projeto de Deus para ele era diferente.
Mais o pai tem plano diferente para o homem dar-lhe a salvação através do nascimento de Jesus a mesma experiência que Igreja vive com o Senhor poderá ser vividos por todos aqueles que aceitarem o projeto de deus para sua salvação.

Conclusão.

Todas as pessoas fazer projetos de vida para si e muitos não inclui a obra do espirito santo em seus planos,O senhor,através da sua presença no culto através das palavras e revelações do culto profético.Tem se dirigido e muitas e falado que seu projeto é o de dar-lhe a salvação.

domingo, 23 de abril de 2017

Jesus Cristo ao Cristianismo

Jesus Cristo ao Cristianismo


Jesus Cristo ao Cristianismo De que modo se pode realizar uma pesquisa histórica sobre Jesus? Esta obra procura responder a essa pergunta crucial, em confronto crítico com os estudos de J. Dupont, E. Käsemann, D. C. Allison e com a mais criteriosa pesquisa contemporânea. Daí os dois binários sobre os quais se articula o livro: de um lado, reconstruir a face histórica de Jesus de outro, identificar quais formas religiosas emergem depois dele nos diferentes grupos de seus seguidores. O problema, e o enfoque de interesse histórico, é a ligação entre a figura de Jesus e o nascimento do cristianismo como religião distinta do judaísmo.
É prioritária uma observação de método sobre como focar a questão Jesus/cristianismo: assumir essa ligação em sua continuidade é uma posição apologética, orientada a justificar uma fé. A visão distanciada do historiador, porém, precisa analisar todos os elementos disponíveis a fim de reconstruir o indivíduo Jesus e o seu papel antes de formular uma hipótese. Aqui, especificamente, enfrenta-se a transmissão de suas palavras e a sua judaicidade, ou seja, sua diferença em relação ao cristianismo primitivo. Destaca-se também a necessidade de uma pesquisa antropológica sobre Jesus: analisar o tipo de vida de um líder imerso no meio do povo. Entretanto, quando nos perguntamos como nasceu o cristianismo, é necessário levar em conta a sua pluralidade: de qual cristianismo se fala? Chega-se, então, ao delicado problema da relação entre pesquisa histórica e pressupostos da fé: como conciliar a autonomia do historiador e a tradição da Igreja?
Questões bastante atuais, porque atingem interiormente a profissão do historiador e a identidade da história do cristianismo. No entanto, se a investigação sobre Jesus consta de vários modelos de pesquisa - a historiografia divide em Old, New e Third Quest -, não pode ser considerada completa nem arquivada. Cada peça tem a função de fazer progredir o debate científico sobre aquela história e, em si, precisa tanto do passado - da exegese do século XVI até hoje - quanto de novas pistas futuras.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Paixão de Cristo de nova jerusalém

Paixão de Cristo de nova jerusalém


Muitas novidades e um grande elenco esperam o público que for assistir a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém na temporada 2017, que começa neste sábado (08) e vai até o dia 15, no município do Brejo da Madre de Deus (PE), a 160 quilômetros do Recife.
Neste ano, o mega espetáculo encenado no maior teatro ao ar livre do mundo está completando 50 anos de apresentações e, para marcar as comemorações do jubileu de ouro, a Sociedade Teatral de Fazendo Nova introduziu novas cenas, renovou figurinos e apresentará um elenco de artistas convidados com nomes de destaque no cenário nacional: Rômulo Arantes Neto (Jesus), Letícia Birkheuer (Maria), Joaquim Lopes (Pilatos), Aline Riscado (Herodíades), Adriana Birolli (Madalena), Raphael Vianna (Herodes) e Jesus Luz (Apóstolo João).
Além dos artistas convidados, o elenco é formado também por mais de 50 atores e atrizes locais, onde se destacam Ricardo Mourão (Caifás), Ednaldo Lucena (Anás), Júlio Rocha (Pedro) e muitos outros. A encenação conta com a experiente direção artística dos pernambucanos Carlos Reis e Lúcio Lombardi, que desde 1997 conduzem a montagem dos espetáculos. A produção executiva e a coordenação geral estão a cargo de Robinson Pacheco, filho de Plínio Pacheco, que foi o idealizador e construtor da cidade teatro de Nova Jerusalém.
Uma das inovações cenográficas desta temporada poderá ser vista no cenário do Palácio de Herodes, onde acontece o Bacanal. Durante a festa, chegam os sacerdotes judeus levando Jesus preso para que o Rei Herodes o julgue. A novidade nessa cena será a entrada apoteótica do Rei Herodes e sua Rainha Herodíades em uma suntuosa e gigantesca carruagem dourada, conduzida por 16 escravos mascarados, usando figurinos negros, passando um clima de mistério e revelando toda a imponência do Rei da Galiléia.
Além disso, a cinematográfica cena do Fórum Romano, onde Pôncio Pilatos lava as mãos e condena Jesus à morte, será ainda mais impactante. A entrada do governador romano no seu Palácio, numa Biga Romana puxada por belos cavalos negros e brancos, foi totalmente renovada. Uma enorme passarela em pedra foi construída para dar total visibilidade à entrada do governador da Judeia no seu fórum, de forma que, no trajeto de acesso ao Palácio toda a sua centúria estará perfilada lateralmente prestando reverência ao procurador romano.




Os ministros Roberto Freire (Cultura), Max Beltrão (Turismo) e Bruno Araújo (Cidades) estarão, juntamente com o governador Paulo Câmara, assistindo à pré-estreia da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém nesta sexta-feira (07), em Fazenda Nova. A chefia de gabinete da Presidência da República informou que, em razão de compromissos pré-estabelecidos, o presidente Michel Temer ele não estará presente.
Às 17 horas, antes do início do espetáculo, eles vão inaugurar dois grandes monumentos em homenagem aos produtores culturais Plínio e Diva Pacheco, idealizadores e construtores da cidade-teatro, no município do Brejo da Madre de Deus. O governador, os ministros e outras autoridades, também serão homenageados com a Medalha do Cinquentenário da Paixão de Cristo.
Para o público em geral, a temporada 2017 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém começa amanhã (08) e vai até o dia 15. Este ano, a Sociedade Teatral de Fazenda Nova introduziu novas cenas, renovou figurinos e apresentará um elenco de artistas convidados com nomes de destaque no cenário nacional: Rômulo Arantes Neto (Jesus), Letícia Birkheuer (Maria), Joaquim Lopes (Pilatos), Aline Riscado (Herodíades), Adriana Birolli (Madalena), Raphael Vianna (Herodes) e Jesus Luz (Apóstolo João). 


Os ingressos podem ser adquiridos em agências de viagens ou no site oficial (www.novajerusalem.com.br). As entradas para o espetáculo custam de R$ 100,00 a R$ 140,00, dependendo do dia, com meia-entrada para estudantes, professores de Pernambuco e público de até 14 anos.


sábado, 15 de abril de 2017

Teologia Sistemática Bíblica

Teologia Sistemática Bíblica 


 Bíblia é um LIVRO fascinante, os seus personagens admiráveis, as suas doutrinas e ensinos indispensáveis, mas acima de todas estas coisas nós precisamos conhecer Deus, o AUTOR deste livro. 

Este NÃO é um estudo sobre um livro da Bíblia e nem sobre um personagem bíblico, é um estudo sobre o TEMA mais IMPORTANTE que existe, DEUS. 

Assim como a Bíblia, a sã teologia não se propõe a dissecar o Ser de Deus, mas apresentá-lo ao nível da compreensão do homem. 
Evidentemente, Deus, como um Ser Onisciente, Onipresente e Onipotente, não pode ser aquilatado em Sua plenitude pelo homem cuja capacidade é limitadíssima em si mesmo. 
Se a própria Bíblia diz que “nem os céus, nem o céu dos céus podem conter Deus” (I Rs 8:27), como a nossa limitada compreensão seria capaz de aquilatá-lo? 
Neste estudo/tratado você encontrará um grande número de evidências bíblicas quanto à 
Também vamos definir a Divindade à luz do ensino bíblico, como também o Seu trabalho na eternidade, nas dispensações e no tempo do homem. 

Esperamos que ao final desse módulo, você possa ser beneficiado(a) em seu crescimento espiritual e ministerial, sentindo-se cada dia mais entusiasmado(a) em continuar o serviço do Mestre com excelência.
CategoriaTeologia Sistemática



SATISFAÇÃO GARANTIDA ou 100% do seu DINHEIRO de volta!
Tenho CONVICÇÃO do que VIVO, ENSINO e do RESULTADO da TRANSFORMAÇÃO que acontecerá em sua VIDA e no seu MINISTÉRIO, através do CONHECIMENTO adquirido nesse MÓDULO... 

... a) Prova disso, que permitirei que faça TOTALMENTE GRATUITO a AULA de INTRODUÇÃO desse curso, através da Plataforma Teologia24horas (www.teologia24horas.com.br)..

... b) E mais, durante 30 (trinta) dias, contados a partir da data de pagamento desse curso, se por qualquer motivo do mundo, você perceber que o curso não lhe trará desenvolvimento pessoal ou ministerial, poderá solicitar seu dinheiro de volta... 

... c) Basta enviar sua solicitação para o email (financeiro@teologia24horas.com.br), passando o número de sua conta bancária, que estarei devolvendo o seu dinheiro na íntegra o mais rápido possível.

Simples assim...


Seu irmão em Cristo, Francisco Miranda

Fundador e professor mestre do IBI/Teologia24horas
Informações gerais

Conteúdo
  • Todo o CONTEÚDO dos MÓDULOS do Curso de Teologia Sistemática do Teologia24horas, foram DESENVOLVIDOS para acontecerem em 4 (quatro) ETAPAS/SEMANAS de 7(sete) dias, através do AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), cada uma dessas ETAPAS/SEMANAS está definida para serem ESTUDADAS/DESENVOLVIDAS no período determinado, ou seja, o conteúdo de cada etapa/semana só fica DISPONÍVEL no dia que foi determinada para seu estudo.
  • Exemplo:
  • Do 1º ao 7º dia, após a matrícula (1ª semana = Aula 1 e 2 + Fóruns + Exercícios);
  • Do 8º ao 14º dia, após a matrícula (2ª semana = Aula 3 e 4 + Fóruns + Exercícios);
  • Do 15º ao 21º dia, após a matrícula (3ª semana = Aula 5 e 6 + Fóruns + Exercícios);
  • Do 22º ao 28º dia, após a matrícula (4ª semana = Aula 7 e 8 + Fóruns + Exercícios + Avaliação FINAL + Resumo GERAL), TOTALIZANDO 28(vinte e oito) dias.
  • Não se preocupe, depois desse período você pode se organizar de acordo com o seu ritmo, onde você organizará de acordo com sua disponibilidade e atender assim os prazos definidos para a entrega das atividades propostas no curso.
  • Obs.: Todo o CONTEÚDO ficará a sua disposição por um período máximo de 90 (noventa) dias. Durante todo esse período você terá acesso ao conteúdo do(s) curso(s), para ver ou rever quando quiser.
  • Após esse período de 90 (noventa) dias), o(a) aluno(a) que continuará tendo INTERESSE no conteúdo do curso, terá que COMPRAR NOVAMENTE, tendo em vista a DISPONIBILIDADE do serviço e a VAGA GARANTIDA.
Objetivo
Assim como a Bíblia, a sã teologia não se propõe a dissecar o Ser de Deus, mas apresentá-lo ao nível da compreensão do homem. 
Evidentemente, Deus, como um Ser Onisciente, Onipresente e Onipotente, não pode ser aquilatado em Sua plenitude pelo homem cuja capacidade é limitadíssima em si mesmo. 

Público alvo
Apóstolos, pastores, bispos, missionários, pregadores, líderes de louvor, presbíteros, diáconos, professores, etc. Pessoas que pretendem liderar, pastorear, abrir escolas teológicas, seminários, institutos bíblicos, fazer missões nacionais e internacionais através do conhecimento cultural e transcultural das nações, ensinar, escrever e editar livros e apostilas, estudos bíblicos, ministrar em conferências, convenções, seminários e habilitar-se no conhecimento bíblico, teológico, linguísticos, ministerial e exegético.
Metodologia
Método IUT (Imutável, Universal e Tridimensional)
seu CONHECIMENTO TEOLÓGICO.
CRITÉRIOS E PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÕES
O(a) aluno(a) do Teologia24horas, será aprovado(a) em cada curso na plataforma, desde que obtenha a média igual ou superior a 7 (sete), numa escala de 0 (zero) a 10 (dez) e que obtenha a FREQUÊNCIAigual ou superior a 70% (setenta por cento), no AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem).
Após assistir todas as VÍDEOS AULAS e fazer os seus EXERCÍCIOS, ter participado dos FÓRUNS e dos CHAT's programados e tendo estudado o MATERIAL DIDÁTICO, o(a) aluno(a) será submetido(a)...
1 - PV (Participação Virtual) - Tem um peso de 10 (dez) pontos, que o sistema calculará automaticamente através da participação do(a) aluno(a) no AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e nos FÓRUNS, WEBNÁRIOS, WEBCONFERÊNCIAS e CHAT'S PROGRAMADOS, ou seja, espaços em que aluno(a) insere seus comentários relacionados ao tema proposto pelo professor(a) e monitores, lendo os comentários de seus colegas, fazendo com que os alunos troquem informações e conheçam visões diferentes sobre o mesmo assunto.
2 - PE (Participação nos Exercícios) - Exercícios referentes à(s) AULA(S) de cada ETAPA/SEMANA, com este texto no cabeçalho das questões: [Exercícios - Marque a alternativa CORRETA...), podendo ser de ÚNICA ESCOLHA (nesse caso será possível escolher apenas uma das respostas [A, B, ou C],  ou VERDADEIRA ou FALSA (selecione a resposta assinalando os campos Verdadeiro ou Falso. Tendo um peso de 2.5 (dois pontos e meio) por cada etapa/semana, totalizando 10 (dez) pontos, durante todo o curso.
3 - AF (Avaliação FINAL) tem um peso de 10 (dez) pontos, podendo ser de ÚNICA ESCOLHA (nesse caso será possível escolher apenas uma das respostas [A, B, C, D ou E], com este texto no cabeçalho das questões: [Avaliação FINAL - Marque a alternativa CORRETA...]), MÚLTIPLA ESCOLHA (será possível escolher várias respostas cadastradas), DISSERTATIVA (nesse caso, a resposta será em texto terá a opção de limitar a resposta, podendo ser em Caracteres ou Palavras),  NUMÉRICA (a resposta deverá ser informada apenas em caracteres numéricos) ou VERDADEIRA ou FALSA (selecione a resposta assinalando os campos Verdadeiro ou Falso.
4 - RG (Resumo Geral), tem um peso de 10 (dez) pontos, ou seja, na última etapa/semana, através de um formulário próprio, que está disponível no AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), o(a) aluno(a) fará um RG com suas as próprias palavras abordando os principais pontos que lhe mais chamaram atenção durante o seu curso.
MFC  (Média FINAL do Curso), no final do curso o sistema somará todas as avaliações (PV + PE + AV + RGC) e dividirá por 4 (quatro) = Média FINAL do Módulo.
O(a) aluno(a) que NÃO ALCANÇAR A MÉDIA SUFICIENTE, terá que pagar uma TAXA ADICIONAL no valor de 50% (cinquenta por cento) do valor do MÓDULO, para fazer uma AR (Avaliação de Recuperação), a nota da AR será a média do curso, substituindo todas as avaliações anteriores.
O(a) aluno(a) que fizer uma AR (Avaliação de Recuperação) e ainda assim, não alcançar a média suficienteserá considerado(a) REPROVADO(A) no curso, tendo que COMPRAR o MÓDULO NOVAMENTE, tendo em vista a disponibilidade do serviço e a vaga garantida.

Certificado
O MUNDO PRECISA SABER que você tem CONHECIMENTO e CERTIFICAÇÃO
O processo de CERTIFICAÇÃO no Teologia24horas, é SIMPLES e AUTOMÁTICO, ou seja, assim que o aluno CONCLUIR cada um dos nossos MÓDULOS ou qualquer umas das nossas FASES do Curso de Teologia Sistemática, ou seja, Fase INICIAL = Nível BÁSICO em Teologia Sistemática, Fase INTERMEDIÁRIA = Nível MÉDIO em Teologia Sistemática, Fase AVANÇADA = Nível Bacharel em Teologia Sistemática, Fase AVANÇADA = Pós graduação em Teologia Sistemática ou a Fase AVANÇADA = Mestrado em Teologia Sistemática.
O nosso sistema AUTOMATICAMENTE disponibilizará no AMBIENTE do Aluno, o CERTIFICADO e HISTÓRICO, onde o PRÓPRIO ALUNO poderá fazer o DOWNLOAD em PDF para uma IMPRESSÃO ou VISUALIZAÇÃO de qualidade.
É importante ressaltar que os nossos CERTIFICADOS possuem um QR Code, ou seja, uma CHAVE NUMÉRICA EXCLUSIVA para ATESTAR a AUTENTICIDADE de cada certificado.
Esse sistema torna ÚNICA CADA CERTIFICADO expedito pelo IBI (Instituto Bíblico Internacional), mantenedora do Teologia24horas, esse recurso é uma garantia a mais, tanto para o aluno como para qualquer instituição que precisa se assegurar da AUTENTICIDADE de cada certificado pela nossa instituição.
Fase INICIAL - Nível Básico
Completando 5 (cinco) módulos você receberá um CERTIFICADO/HISTÓRICO do Curso de Teologia Sistemática, nível BÁSICO, contendo uma carga horária mínima de 425 (quatrocentas e vinte e cinco) horas/aulas.
Fase INTERMEDIÁRIA - Nível Médio
Completando 10 (dez) módulos, você receberá um CERTIFICADO/HISTÓRICO do Curso de Teologia Sistemática, nível MÉDIO, contendo uma carga horária mínima de 850 (oitocentas e cinquenta) horas/aulas.
Fase AVANÇADA - Nível Bacharel
Completando 20 (vinte) módulos, você receberá um CERTIFICADO/HISTÓRICO do Curso de Teologia Sistemática, nível BACHAREL, contendo uma carga horária mínima de 1.700 (hum mil e oitocentas e cinquenta) horas/aulas.
Fase AVANÇADA - Nível de Pós Graduação
Completando 30 (trinta) módulos, você receberá um CERTIFICADO/HISTÓRICO do Curso de Teologia Sistemática, no nível de Pós Graduação, contendo uma carga horária mínima de 2.550 (dois mil e quinhentas e cinquenta) horas/aulas.
Fase AVANÇADA - Nível de Mestrado
Completando 40 (quarenta) módulos, você receberá um CERTIFICADO/HISTÓRICO do Curso de Teologia Sistemática, nível de MESTRADO, contendo uma carga horária mínima de 3.400 (três mil e quatrocentas) horas/aulas.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Bíblico Teológico com a leitura

Bíblico Teológico com a leitura



Obra interpreta de modo dinâmico a relação entre a representação artístico-literária e o horizonte teológico
A PAULUS lança a obra Teologia em diálogo com a literatura – Origem e tarefa poética da teologia, novo título da coleção Teologia em saída, escrito pelo professor e doutor em Teologia Alex Villas Boas.
Dividida em cinco capítulos, a obra propõe o diálogo entre teologia e literatura como uma forma de ajudar o indivíduo contemporâneo a dar sentido à vida, se conhecer melhor e conhecer o mundo em que está inserido.
De acordo com o autor, a literatura oferece, desde sempre, matéria-prima para a reflexão teológica, desde os clássicos greco-latinos até a atualidade, passando por séculos de produção literária. Contudo, essa reflexão ainda não alcançou a maturidade de um método que apresente uma relação fluida entre a arte literária e o trabalho teológico.
Neste contexto, o objetivo principal da obra é tratar da questão do sentido da vida como introdução da questão de Deus, ou, de modo mais amplo, a questão religiosa. Segundo Alex, tal questão esbarra no mistério da vida, que abarca tanto o seu absurdo quanto o seu excesso de sentido, dimensões que escapam a uma explicação lógica, e se insere dentro da tarefa de pensar uma teologia da cultura.Biblico Teologico com a leitura.
Paulus
480 p.

Alex Villas Boas é professor de Teologia no Programa de Pós-Graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR); membro pesquisador do Centro de Estudos Literários, Fenômeno Religioso e Artes (CELTA) da Universidade Estadual de Campinas; vice-presidente da Associação Latino-Americana de Literatura e Teologia (ALALITE), membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião (SOTER); vice-líder do LERTE (Grupo de Pesquisa em Literatura, Religião e Teologia) da PUC-SP. Possui pós-doutorado em Teologia pela Universidade Gregoriana (Roma) e doutorado em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2012).


terça-feira, 11 de abril de 2017

Jesus Cristo Crucificado

Jesus Cristo Crucificado

Paixão de Cristo


O livro o Deus Jesus cristo crucificado O que mais profundamente me vincula com teólogos da libertação latino-americanos é um acontecimento providencial surpreendente: no dia 16 de novembro de 1989, foram assassinados na universidade de San Salvador seis jesuítas e duas mulheres, para fazer calar a voz corajosa de Ignacio Ellacuría. O corpo do padre Juan Ramón Moreno foi arrastado pelos soldados para dentro do quarto de Jon Sobrino que não estava presente no local. No seu sangue, foi encontrado um livro caído. Tratava-se de O Deus Crucificado. Ele está agora exposto ali sob o vidro como interpretação simbólica do martírio dos irmãos e das irmãs. Em 1994, fiz minha peregrinação a esse loca

O que mais profundamente me vincula com teólogos da libertação latino-americanos é um acontecimento providencial surpreendente: no dia 16 de novembro de 1989, foram assassinados na universidade de San Salvador seis jesuítas e duas mulheres, para fazer calar a voz corajosa de Ignacio Ellacuría. O corpo do padre Juan Ramón Moreno foi arrastado pelos soldados para dentro do quarto de Jon Sobrino que não estava presente no local. No seu sangue, foi encontrado um livro caído. Tratava-se de O Deus Crucificado. Ele está agora exposto ali sob o vidro como interpretação simbólica do martírio dos irmãos e das irmãs. Em 1994, fiz minha peregrinação a esse local.



Introdução
A morte de Cristo,[1] frequentemente mencionada em conjunto com sua ressurreição, ocupa o centro da imagem paulina do evangelho. Paulo conhece, utiliza e desenvolve seu significado redentor por meio da fé. Ele estava familiarizado com o relato da morte de Cristo, lembra aos leitores a narrativa do sofrimento e da morte de Jesus; e desenvolve a importância da paixão de Cristo em contextos relacionados com todos os aspectos de sua mensagem apostólica, em especial sua soteriologia, sua cristologia, sua escatologia e sua ética. Paulo atribui um significado reparador ao sofrimento e à morte de Cristo.

1. A Cruz de Cristo na Mensagem de Paulo
Segundo Paulo, a cruz de Cristo era essencial para a reflexão, em especial como o meio pelo qual Deus planeja a salvação e como o instrumento para a construção da vida nova em Cristo.[2]
Cerca de 25 anos depois da crucifixão de Jesus, Paulo escreve a respeito do escândalo e da loucura significantes da cruz (1Cor 1.18.23: Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus).
Historicamente, a execução de Jesus em uma cruz incentivou o entendimento de sua morte como a de um criminoso comum, humilhado entre seu povo, na verdade, até amaldiçoado por Deus (Dt 21.22-23:Quando também em alguém houver pecado, digno do juízo de morte, e for morto, e o pendurares num madeiro. O seu cadáver não permanecerá no madeiro, mas certamente o enterrarás no mesmo dia; porquanto o pendurado é maldito de Deus; assim não contaminarás a tua terra, que o Senhor teu Deus te dá em herança). Como este Jesus também era o “Ungido” (Messias)? Apesar desse problema, Paulo assegura que entre os coríntios ele resolveu “nada saber a não ser Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado” (1Cor 2.2).
Como teólogo da cruz, Paulo desempenhou um papel essencial no estudo do significado do Cristo crucificado. É evidente que Paulo apropriou-se da tradição cristã preexistente a respeito da paixão de Jesus e que esses materiais tradicionais foram incorporados em sua correspondência (1Cor 11.23-25;[3]15.3-5[4]).
Na perspectiva paulina, a fraqueza apostólica encontrava seu significado à luz do sofrimento de Cristo. Assim, depois de lembrar aos coríntios que, entre eles, procurou só apresentar Cristo, e Cristo crucificado, Paulo continua para chamar-lhes a atenção para seu modo de vida enquanto está com eles: “Estive diante de vós fraco, receoso e todo trêmulo” (1Cor 2,3;[5] Cl 1,24[6]). Outra inspiração para a constante tradução paulina do sentido da cruz era a vida dele próprio e da Igreja em Cristo, vida que não desconhecia a fraqueza, a oposição e o sofrimento.
A importância da cruz para Paulo baseia-se, portanto, em seu encontro com o Senhor ressuscitado e nas exigências de seu ministério apostólico.

2 A Cruz e a Mensagem de Paulo
Como a centralidade da cruz se manifesta para Paulo?[7] Em 1Coríntios 1.18, “a linguagem da cruz” é praticamente sinônimo de “Evangelho”; em 2Coríntios 5.19,[8] ele emprega similarmente “a palavras de reconciliação” em um contexto no qual apresenta o evento salvífico: “E ele morreu por todos, a fim de que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que morreu e ressuscitou por eles” (Fl 2.16: “palavra da vida”; At 13.26: “palavra de salvação”).
A leitura das cartas paulinas revelam duas expressões para o significado reparador da cruz:
Ø     A primeira apresenta a “entrega” de Jesus pela salvação da humanidade, como ato divino (Rm 4.25: “entregue por nossas faltas”; Rm 8.32: “que não poupou o seu próprio Filho, mas o entregou por nós todos”) ou como entrega de si mesmo (Gl 1.4: “que se entregou por nossos pecados”; G1 2.20: “se entregou por mim”).
Ø     A segunda expressão, a “fórmula de morrer”, representada em 1 Coríntios 15,3: “Cristo morreu por nossos pecados” (Rm 5.6,8;[9] 14,9; 1Cor 8.11; 2Cor 5.14,15; G12,21; lTs 5.10). A frase paulina “Cristo morreu por nós” é a confissão mais frequente e mais importante das epístolas paulinas.

3 A História de Jesus
O entendimento que Paulo tem do “caminho da cruz” não é diferente do que encontramos no Evangelho de Marcos. Por último, 1Timóteo 6.13 alude ao julgamento de Jesus diante de Pôncio Pilatos de uma forma que pressupõe ao menos um conhecimento rudimentar do relato da paixão. Nesses e em outros textos, reconhecemos que a teologia paulina tem uma qualidade narrativa, isto é, ele entende a experiência cristã dentro da atividade divina, que vai da criação do povo de Deus à parusia e, dentro dessa narrativa maior, como seu assunto principal, está a narrativa da crucifixão de Jesus. Embora Paulo não demonstre interesse nos detalhes históricos da paixão de Jesus como dados históricos, ele estava a par deles e se preocupava com a importância que tinham para a fé e a vida cristãs.

4 Vida na Morte e Ressurreição de Jesus
A referência paulina à tradição da Última Ceia está colocada a fim de atacar o problema de divisões em Corinto (1Cor 11.17-34; 1Cor 1.10-17); aqui, um lembrete da entrega sacrifical que Jesus fez de si mesmo é a base para a exortação paulina a uma vida modelada na paixão de Jesus, de orientação diaconal e com a forma da cruz.
Em Corinto, como em Colossas, Paulo reflete sobre o sentido do Cristo crucificado, em grande parte para contradizer ideias dos adversários.
O apóstolo propõe a escandalosa cruz de Cristo como o “poder de Deus” “para os que estão sendo salvos, para nós”.[10] A comunidade deve ser orientada em torno do Cristo crucificado (1Cor 1.18-31).
Para os colossenses, Paulo apresenta o Cristo reconciliou, na vida e morte de Jesus de carne e sangue: “aprouve a Deus, tudo reconciliar por meio dele e para ele, tendo estabelecido a paz pelo sangue de sua cruz” (Cl 1.19-20; 1.14; 2.13-14; 3.13). Desse modo, Paulo se opõe a um estilo de vida voltado para uma espiritualização como que gnóstica. Paulo afirma com ardor a importância do comportamento ético neste mundo material
Em Filipenses 2.6-11, Paulo escreve um hino a Cristo. A vida de Jesus como obediente Filho de Deus ocupa a posição central, e essa obediência é vista mais profundamente em sua disposição de aceitar a rejeição, o sofrimento humano e a morte de cruz. Dessa forma, Paulo afirma que a morte de Cristo é a expressão mais completa de sua vida e estabelece para nós o modelo de uma vida de amor e obediência. Dessa maneira e de muitas outras, Paulo mostra como o pensamento e a vida dos cristãos se baseiam no evento fundamental da cruz de Cristo.

5 Os Benefícios da Morte de Cristo
A Paulo se preocupa muito mais em explicar o significado da morte de Cristo que com suas circunstâncias históricas, ele comunica esse significado acima de tudo em termos de seus benefícios para a humanidade.[11]
Em Gálatas 3.10-14, Paulo expõe o caráter salvífico da cruz de Cristo. Gálatas 3.1-14, afirma que a experiência que os gálatas tinham de receber o Espírito pela fé significava o cumprimento da promessa divina de abençoar os gentios por intermédio de Abraão e que a morte de Cristo possibilitou esse cumprimento.[12]
Os benefícios da morte de Cristo são apresentados em 3,10-14 por meio de uma combinação de imagens: Cristo é o representante de Israel e em sua morte a Aliança chega ao auge; justificação (G1 3.11); redenção (Gl 3.13); a promessa do Espírito (Gl 3.14); e o triunfo sobre os poderes.
Em Efésios 2.14-15, onde a lei surge como barreira que separa o judeu e o gentio; ali a morte de Cristo destrói esse “muro de separação”.[13]
No entanto, em Gálatas a lei caracteriza-se mais como força deste mundo que escravizam o povo judeu (G1 4.1,3). Em um contexto específico, então, Paulo insiste que a morte de Cristo triunfou não contestando a lei, mas demonstrando sua validade e efetuando a bênção da Aliança.
A mensagem da cruz em 2Coríntios e Gálatas formula duas questões: o significado apocalíptico da cruz, “nova criação”. Em 2Coríntios 5.17 e Gálatas 6.15, esses textos precisam ser entendidos como símbolos do papel da morte de Jesus no término da época antiga e na apresentação da nova.
No entendimento paulino da cruz, vemos a inclusão dos fiéis gentios no “Israel de Deus” (G1 6.16). Para Paulo, os fiéis, graças a sua inclusão na obra salvífica de Cristo, participam dos benefícios da nova criação e, assim, em sua identidade como povo de Deus. Paulo reconhece: “Com Cristo eu sou um crucificado; vivo, mas não sou mais eu, é Cristo que vive em mim” (Gl 2.19-20).

6 A Morte de Cristo e o Propósito de Deus
Para Paulo, a questão do sentido da cruz é primeiro uma questão a respeito de Deus e só depois uma questão de salvação para o ser humano. Sua teologia da cruz origina-se de seu entendimento do propósito divino e de Deus como ator principal no drama da salvação. Embora afirme que Cristo “se entregou por nossos pecados, a fim de nos arrancar deste mundo mal”, ele em seguida afirma que Cristo fez isso “de acordo com a vontade de Deus, que é nosso Pai” (G1 1.4). Isto é, a entrega que Cristo fez de si mesmo significa sua identificação e sua solidariedade com o propósito salvífico de Deus.
Contudo, na posição central está a iniciativa de Deus (“Deus que em Cristo reconciliava o mundo consigo”, 2Cor 5.19; “Deus enviou o seu próprio Filho”, Rm 8.3).[14]
A justiça de Deus manifesta-se em sua intervenção para trazer a salvação para uma humanidade mergulhada no pecado. E manifesta-se precisamente na revelação de Deus na cruz como alguém que cumpre suas promessas, que não faz vista grossa ao pecado, mas pela obediência fiel e morte sacrifical de Jesus Cristo redime todos os que crêem, sejam eles judeus ou gentios e, assim, que não introduz um meio de salvação que anula a lei, mas que realmente a confirma (Rm 3.31).[15] Paulo afirma que a justiça de Deus se revela em Cristo, não apenas como descrição de Deus em seu papel de juiz, mas também e até mais como a atividade de Deus voltada para fazer alianças e mantê-las; na morte de Cristo, a justiça de Deus se revela no fato de Deus libertar as pessoas do pecado.

7 O amor de Deus. Segundo Romanos 5.6-8
A morte de Cristo é a expressão definitiva do ilimitado amor de Deus: “Mas nisto Deus prova o seu amor para conosco: Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores” (Rm 5.8). Essa afirmação segue de perto a alegação de que a experiência humana do amor divino garante que a tribulação leva a uma esperança que não decepciona (Rm 5,3-5). Aqui há algumas declarações decisivas:
Ø Primeiro, não é possível medir o amor de Deus pela humanidade; dificilmente alguém se disporia a morrer por um justo (Rm 5.7), mas Cristo morreu em prol dos “ímpios” (Rm 5.6), pelos “pecadores” (Rm 5.8), pelos “inimigos de Deus” (Rm 5.10).[16]
Ø Segundo, os leitores de Paulo podem estar seguros de que seu sofrimento tem significado, porque o sofrimento de Cristo comprovou ser significativo. Por sua morte, “estamos justificados”, “salvos da cólera de Deus”, “reconciliados com Deus” (Rm 5.9-11).

Conclusão
Segundo Paulo, a morte e ressurreição de Cristo marca o início de uma nova época que se estende até a volta de Cristo. Isso muda fundamentalmente a maneira como entendemos a vida no presente. Primeiro, a percepção de que a morte e ressurreição de Cristo instituiu uma nova época permite-nos imaginar a vida nova em contraste com modos velhos de vida e acolher o poder de Deus necessário para a vida nova. Além disso, considerar o presente à luz do passado motiva os fiéis a ser gratos pela libertação da escravidão ao pecado.
Finalmente, o reconhecimento deste novo tempo incentiva os fiéis a reconhecer ainda mais que a cruz determina a vida no presente. Isso significa que um dos efeitos da cruz é tomar possível a restauração da humanidade, restaurada em seus relacionamentos com Deus, consigo mesma e com toda a criação.  A Igreja cuja teologia é formada pela mensagem da cruz precisa assumir ela mesma uma vida cruciforme, para que sua teologia tenha credibilidade. Isso significa que os fiéis devem adotar a forma de obediência a Deus representada na vida de Cristo, expressa, em última instância, em sua morte. Esse pensamento está por trás do hino a Cristo em Filipenses 2.6-11.
De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
6 Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
7 Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
8 E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.
9 Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome;
10 Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,
11 E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.
Para Paulo, os fiéis manifestam a obediência a Cristo aqui e agora proclamando sua morte até que ele venha.

Bibliografia

BECKER, Jürgen. Apóstolo Paulo: Vida, Obra e Teologia. São Paulo: Academia Cristã, 2007.
BORNKAMM, Günther. Paulo: Vida e Obra. São Paulo: Academia Cristã, 2009.
CERFAUX, Lucien. Cristo na Teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003.
CONNOR, Jerome Murphy O. Paulo de Tarso: História de um Apóstolo. São Paulo: Paulus; Loyola, 2007.
DETTWILER, Andreas; KAESTLI, Jean-Daniel; MARGUERAT, Daniel. Paulo, uma teologia em construção. São Paulo: Loyola, 2011.
DUNN, James D. G. A nova perspectiva sobre Paulo. São Paulo: Academia Cristã, 2011.
HAWTHORNE, Gerald F; Martin, Ralph P; REID, Daniel G. Dicionário de Paulo e Suas Cartas. São Paulo: Loyola; Vida Nova; Paulus, 2008.
KÄSEMANN, Ernst. Perspectivas Paulinas. São Paulo: Teológica; Paulus, 2003.
SCHNELLE, Udo. Paulo: Vida e Pensamento. São Paulo: Academia Cristã; Paulus, 2010.
[1] O assunto aqui abordado é tratado com riqueza de detalhes na maravilhosa obra: HAWTHORNE, Gerald F; Martin, Ralph P; REID, Daniel G. Dicionário de Paulo e Suas Cartas. São Paulo: Loyola; Vida Nova; Paulus, 2008 p. 852.
[2] BORNKAMM, Günther. Paulo: Vida e Obra. São Paulo: Academia Cristã, 2009. p. 188.
[3] 1Cor 11.23-25: Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.
[4] 15.3-5: Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze
[5] E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor.
[6] Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja.
[7] DETTWILER, Andreas; KAESTLI, Jean-Daniel; MARGUERAT, Daniel. Paulo, uma teologia em construção. São Paulo: Loyola, 2011. p. 321.
[8] Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.
Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.

CERFAUX, Lucien. Cristo na Teologia de Paulo. São Paulo: Teológica, 2003. p. 90.
[11] A morte e a ressurreição de Jesus que como evento salvífico, leia: SCHNELLE, Udo. Paulo: Vida e Pensamento.São Paulo: Academia Cristã; Paulus, 2010. p. 562.
[12] DUNN, James D. G. A nova perspectiva sobre Paulo. São Paulo: Academia Cristã, 2011 .p 289.
[13] Leia mais em: BORNKAMM, Günther. Paulo: Vida e Obra. São Paulo: Academia Cristã, 2009. p. 234.
[14] Para entender o contexto de Romanos 8, leia a belíssima obra: KÄSEMANN, Ernst. Perspectivas Paulinas. São Paulo: Teológica; Paulus, 2003. p. 199.
[15] CONNOR, Jerome Murphy O. Paulo de Tarso: História de um Apóstolo. São Paulo: Paulus; Loyola, 2007.
[16] Leia mais em: BECKER, Jürgen. Apóstolo Paulo: Vida, Obra e Teologia. São Paulo: Academia Cristã, 2007.